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Sindicatos dos Bancários da base da Fetraf RJ/ES fazem paralisações e manifestações em agências do BB

Nesta sexta-feira (29), os Sindicatos dos Bancários de Angra dos Reis, Baixada Fluminense, Espírito Santo, Itaperuna, Macaé, Nova Friburgo e Três Rios, que fazem parte da base da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, fizeram paralisações e manifestações em agências do Banco do Brasil contra o plano de reestruturação da direção da instituição. O movimento alcançou todo o país, em um sinal da rejeição por parte dos funcionários do plano de restruturação da direção do banco, que prevê 5 mil demissões e fechamento de centenas de agências, postos e escritórios do BB.

“Queria parabenizar todos os sindicatos de nossa base no Rio de Janeiro e Espírito Santo pela mobilização. Foi de extrema importância para que bancárias e bancários entendessem que não foram atos contra nosso trabalho, mas para cobrar respeito e dignidade por parte da direção do Banco do Brasil. Todos seguiram as instruções do Comando Nacional dos Bancários e do COE, o que fez a diferença. Vamos seguir na luta.”, disse Nilton Damião Esperança, Presidente da Fetraf RJ/ES.

Na semana que vem, será avaliada a mobilização e sua continuidade, caso a direção do Banco do Brasil se recuse a dialogar com seus funcionários sobre eventuais mudanças no banco.

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Comando Nacional dos Bancários irá cobrar da Fenaban a volta do Home Office

Na próxima terça-feira, dia 2 de janeiro, o Comando Nacional dos Bancários irá se reunir com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para debater a adoção de medidas preventivas que protejam a categoria bancária diante do aumento da segunda onda da Covid-19 que atinge todo o país. Um dos pontos a ser tratado no encontro, que será virtual, será a retomada e a ampliação do home office, que deixou de ser adotado por alguns bancos.

No primeiro semestre do ano passado, no início da pandemia, o Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban firmaram um acordo com medidas protetivas que foi importante.

Nilton Damião Esperança, Presidente da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo (Fetraf RJ/ES), lembra que vem alertando durante todos esses meses que a pandemia não acabou: “O número de casos só tem aumentado. Fruto da irresponsabilidade, incompetência e descaso do atual governo. Iremos cobrar dos bancos a volta do teletrabalho e de medidas protetivas que foram adotadas no início da pandemia. Enquanto bancárias e bancários estão desde o início na linha de frente, colocando seus familiares em risco, os bancos não diminuíram seus lucros. Volto a repetir, a pandemia não terminou!”.

Enquanto diversos países avançarem na vacinação, o brasil caminha lentamente nesta questão. Por isso, a ampliação do home office é fundamental para proteger a vida dos bancários e de suas famílias

O movimento sindical bancário defende que a vacina seja gratuita, para todos os brasileiros e aplicada pelo SUS.

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Febraban define funcionamento dos bancos durante o Carnaval

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) definiu como será o feriado do Carnaval em Fevereiro.

Segundo o comunicado feito neste mês de Janeiro, nos dias 15 e 16 de Fevereiro, segunda-feira e terça-feira de carnaval, não haverá expediente ao público nas agências.

Já na Quarta-feira de Cinzas (17/02), o expediente será iniciado às 12h, assim como nos anos anteriores.

Os bancos devem, agora, fazer a divulgação aos funcionários e clientes, para evitar quaisquer tipo de dúvidas.

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COE Itaú se reúne com a direção do banco nesta quarta-feira (20)

Banco de horas negativas, o Programa Bolsa Auxílio Educação 2021 e o Programa Complementar de Resultados (PCR) são as principais pautas da reunião entre a Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú e a direção do banco, que será realizada nesta quarta-feira (20), às 15h30, por videoconferência.

Em janeiro, o sistema de compensação voltou a ser mensal. O período de acúmulo de horas negativas, conhecido como banco de horas, encerrou-se em 31 de dezembro de 2020 e o saldo acumulado deverá ser compensado até dezembro de 2021. A reunião de amanhã começa a definir as regras de compensação.

Já sobre o Programa Bolsa Auxílio Educação 2021 para a primeira e a segunda graduação e para a primeira pós graduação a negociação vai definir o valor do benefício e a quantidade de vagas disponíveis.

No caso do PCR, a reunião vai acertar o valor da segunda parcela. Para definir o valor consolidado é necessário saber a rentabilidade do banco em 2020. Caso ela ultrapasse 23%, os bancários receberão a diferença em março.

Fonte: Contraf-CUT

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Fetraf RJ/ES promove palestra “Não às Demissões no Banco do Brasil” nesta segunda-feira (18)

A Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo irá promover, segunda-feira (dia 18/01), às 19 horas, a palestra “Não às Demissões no Banco do Brasil”.

A palestra ocorrerá virtualmente e terá como tema: Trabalhadores são contra fechamento das agências e precarização do atendimento à população.

Para participar, basta acessar o link: https://meet.google.com/txm-tfxv-oey

Será aberta para todos os Sindicatos dos Bancários de base da Fetraf RJ/ES.

PARTICIPEM!

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COE Itaú esclarece com o banco abono das horas do grupo de risco

A matéria publicada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), na segunda-feira (4), sobre a necessidade dos trabalhadores que se declararam como grupo de risco para a Covid-19 e que ainda estão afastados do trabalho presencial de enviar uma declaração médica detalhada e atualizada descrevendo o quadro de saúde e sua gravidade até o próximo dia 15 de janeiro gerou dúvidas na categoria.

Por isso, a Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú procurou o banco para esclarecer como fica a situação dos que não conseguirem o relatório até esta data, por conta das férias de muitos médicos. Esses dias serão abonados?

“O banco garantiu que sim. Que irá tratar caso a caso e que o time de saúde fará a interlocução. A data inicial foi utilizada como parâmetro. O objetivo é dar tempo às pessoas que precisem obter os documentos”, explicou Jair Alves, coordenador da COE Itaú. “Vale deixar claro para as pessoas que o quanto antes conseguirem entregar o relatório é melhor para ela, para não se preocupar com o abono das horas”, completou.

Teletrabalho

O Banco Itaú informou ainda que será efetuado, ainda em janeiro, o pagamento da ajuda de custo para os trabalhadores que estão em home office e aprovaram o acordo de teletrabalho. O valor será de R$ 160,00 retroativo a novembro e dezembro, mais R$ 480,00 do atual semestre, de janeiro a junho de 2021.

Fonte: Contraf-CUT

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Estudo detalha “Home Office” no setor bancário

Boa parte da categoria bancária se mostra receptiva ao chamado home office, mas a prática deve ser adotada com atenção aos efeitos sobre a saúde e às condições de trabalho. As conclusões constam de estudo elaborado pelo Dieese e pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). O home office no setor bancário, também chamado de ‘teletrabalho’, foi um dos principais temas da recente Campanha Salarial dos bancários. O assunto se consolidou e deverá fazer da agenda permanente de negociação.

“Percebeu-se que o home office – tão necessário para a proteção da saúde dos(as) trabalhadores(as) durante a pandemia – cria novas demandas e dificuldades: inadequação do ambiente da residência para a realização do trabalho, falta de equipamentos e mobiliário adequados, surgimento de novos problemas de saúde, sensação de isolamento, elevação de custos residenciais, falta de controle da extensão da jornada de trabalho, entre outros”, listam as entidades no estudo. Quase 11 mil bancários (10.939) receberam questionários. Destes, 8.560 realizavam ou já haviam passado pelo home office.

Regime misto

Dos 10.939 trabalhadores, 21,4% eram do Banco do Brasil e 18,7%, da Caixa Econômica Federal. No setor privado, 18,8% eram funcionários do Bradesco, 17,6% do Itaú e 10,6%, do Santander. Outros 12,9% dividem-se entre várias instituições, como Banrisul (Rio Grande do Sul), Banese (Sergipe), BRB (Brasília), Basa (Amazônia), BNB (Nordeste) e Banestes (Espírito Santo).

A pesquisa sobre home office no setor bancário constatou que existe “boa aceitação do novo regime de trabalho” entre os trabalhadores. Dos que responderam ao questionário, 27,7% disseram que gostariam de permanecer em home office diariamente, inclusive depois da pandemia. Outros 42% responderam preferir um sistema misto, incluindo trabalho presencial. E 26,5% querem trabalhar apenas presencialmente.

Adoecimento e sofrimento mental

Apesar da aceitação, o home office no setor bancário “já traz sinais de adoecimento na categoria bancária, com intensificação de sintomas e criação de novas formas de sofrimento”, aponta o estudo. Os responsáveis destacam, por exemplo, o crescimento da parcela de empregados que passou a ter “medo de ser esquecido(a), de perder oportunidades ou ser dispensado(a)”. Esse receio subiu de 2%, no regime presencial, para 27% no teletrabalho, com predominância entre funcionários de bancos privados.

Segundo o estudo, a preocupação constante com o trabalho foi o problema mais destacado: mais da metade (55,6%) disseram passar por isso nas duas situações. Enquanto 5,9% sentiam apenas no trabalho presencial, 11,4% passaram a ter essa preocupação após a adoção do home office.

Equipamento inadequado

Além da questão mental, cresceu também o volume de problemas físicos, como dores musculares (costas, região lombar e pescoço). Para 31,4%, essas dores já existiam e continuaram, mas para 24,9% surgiram depois do teletrabalho. Situação diretamente ligada, aponta a pesquisa, “às condições das instalações nas residências, como o uso de mesas e cadeiras incompatíveis com o trabalho e falta de equipamentos de ergonomia”.

Um terço dos pesquisados afirmou que o banco não se responsabilizou pelo fornecimento de equipamento ou móvel. Também foram relatadas dores nas articulações (pulsos e ombros) e dores/formigamentos em mãos, braços e ombros.

“Com o isolamento obrigatório, famílias inteiras permaneceram em casa, com crianças sem aulas e, muitas vezes, mais de uma pessoa trabalhando em home office. Com isso, a dificuldade de concentração foi outro problema a ganhar destaque: 20% dos(as) respondentes apontaram que essa dificuldade surgiu depois da adoção do home office”, aponta ainda a pesquisa. O levantamento relaciona outras situações relacionadas a estresse: “cansaço e fadiga constantes, ansiedade, dificuldade de dormir (inclusive nos finais de semana), medo de ‘estourar’ (‘perder a cabeça’); vontade de chorar sem motivo aparente; dores de estômago (gastrite nervosa); e crises de dor de cabeça”.

Gasto doméstico cresce

Assim, concluem os responsáveis pelo estudo, é possível afirmar que o home office teve impacto na saúde dos bancários, do ponto de vista físico e mental. Efeitos constatados em apenas cinco meses. O que permite supor que, a persistirem essas condições, o quadro tende a se agravar.

Em relação à jornada, para 58,9% o período trabalhado não mudou. Já 13,6% disseram que aumentou muito e 22%, que aumentou um pouco. Outros 4,2% responderam que diminuiu um pouco e 0,7%, que diminuiu muito.

Na questão da renda, “não houve compressão direta”, segundo a pesquisa. “O setor, exceto alguns bancos de pequeno e médio porte, não aplicou a prática de corte de salários ou benefícios, tampouco de suspensão de contratos, durante a pandemia.” Mas enquanto as empresas reduziram de forma “vultosa” suas despesas administrativas – os cinco principais bancos economizaram pelo menos R$ 276 milhões no primeiro semestre –, o trabalhador teve aumento de gastos com energia, gás internet e alimentação.

Confira aqui a íntegra do estudo.

Fonte: Rede Brasil Atual

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Confira os horários de atendimento das agências bancárias neste fim de ano

Confira os horários de atendimento das agências bancárias neste fim de ano:
⏱ 24/12 – 9h às 11h (horário de Brasília)
⏱ 30/12 – expediente normal
⏱ 31/12 – não haverá expediente
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Comando Nacional dos Bancários cobra volta do teletrabalho

Nesta última segunda-feira, dia 21 de Dezembro, o Comando Nacional dos Bancários se reuniu com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para tratar de assuntos como a manutenção e retorno ao teletrabalho, e a volta das medidas protetivas, devido ao agravamento da pandemia no Brasil. A prioridade na aplicação da vacina contra o novo coronavírus em bancárias e bancários que atendem diretamente o público, também foi pauta na mesa de negociações.

Segundo a Fenaban, a atual situação é a que permanece: quem está trabalhando em home office, permance. Assim como quem está trabalhando presencialmente, também permanecerá.

O Comando Nacional pediu para que esta posição seja revista. A proposta foi levada para discussão.

Outro tema na reunião foi o banco de horas negativas, pelo período em que o bancário permanecer em casa, para posterior compensação através de horas extras. Pelos acordos, os bancos acumulariam essas horas até 31 de dezembro para uma compensação até 31 de dezembro de 2021. Os representantes da Fenaban informaram que cada banco vai procurar as entidades sindicais para negociar.

A Fenaban ressaltou uma preocupação nas ações e multas aplicadas pelo Procon e Ministério Público para o horário restrito de funcionamento das agências, que estariam prejudicando a população e contribuindo para concentrar os clientes em aglomerações em horários de atendimento mais limitados.

O Presidente da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, Nilton Damião Esperança, alertou sobre o momento delicado e está confiante num desfecho bom para bancárias e bancários: “Estamos alertando há meses que a pandemia não havia acabado. As consequências estão aí, visíveis, com o aumento de casos e mortes pelo novo coronavírus. Esperamos que os bancos se sensibilizem e tenham responsabilidade com seus funcionários. A volta ao teletrabalho é urgente. A Fetraf RJ/ES está atenta e, através dos Sindicatos de sua base, irá dar todo o tipo de suporte aos bancários e bancárias. A saúde é prioridade.”

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Bancários podem entrar na lista de prioritários no Plano Nacional de Vacinação

Na última terça-feira (15/12), o Deputado Federal Ricardo Silva (PSB/SP), apresentou uma indicação (INC – Número 1222/2020) ao Ministério da Saúde, que solicita ao governo a inclusão de bancários e bancárias na lista de prioridades no Plano Nacional de Vacinação contra a Covid-19.

Profissionais de saúde e idosos já constam como prioridade e estão entre os primeiros que receberão as vacinas.

O Presidente da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, Nilton Damião Esperança, lembra que “as trabalhadoras e trabalhadores bancários estão desde o início da pandemia na linha de frente. Mesmo quando não se sabia da gravidade do vírus, a categoria se mostrou forte e empenhada em fazer seu trabalho da melhor forma, mesmo correndo riscos. Seria justo se essa solicitação fosse aceita. Iremos lutar por isso.”