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25 de novembro – Dia Internacional de Combate à violência contra a mulher

Esta data foi estabelecida no Primeiro Encontro Feminista Latino-Americano e do Caribe realizado em Bogotá, Colômbia, em 1981, em homenagem às irmãs Mirabal. Las Mariposas, como eram conhecidas, as irmãs Mirabal – Patria, Minerva e Maria Teresa – foram brutalmente assassinadas pelo ditador Trujillo em 25 de novembro de 1960 na República Dominicana. Neste dia, as três irmãs regressavam de Puerto Plata, onde seus maridos se encontravam presos. Elas foram detidas na estrada e foram assassinadas por agentes do governo militar. A ditadura tirânica simulou um acidente.

25 de novembro como o “Dia da Não Violência Contra a Mulher”, foi decidido por organizações de mulheres de todo o mundo reunidas em Bogotá, na Colômbia, em 1981 em homenagem às irmãs, que responderam com sua dignidade à violência, não somente contra a mulher, mas contra todo um povo. A partir daí, esta data passou a ser conhecida como o “Dia Latino Americano da Não Violência Contra a Mulher”.

Em 1999, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), proclama esta data como o ”Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra a Mulher” a fim de estimular que governos e sociedade civil organizada nacionais e internacionais realizem eventos anuais como necessidade de extinguir com a violência que destrói a vida de mulheres considerado um dos grandes desafios na área dos direitos humanos.

A CAMPANHA MUNDIAL DE COMBATE A VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES se estende até o dia  10 de dezembro, “Dia Internacional dos Direitos Humanos”.

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Bancários realizam atos contra demissões no Bradesco

Bancárias e bancários de todo o Brasil, realizaram nesta quinta-feira (12), atos e manifestações de protesto contra o Banco Bradesco e suas demissões, nas agências e departamentos do banco.

As ações fazem parte de uma campanha organizada e realizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), pela Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, demais Federações e Sindicatos dos Bancários, que denunciam a quebra do compromisso de não realizar demissões durante a pandemia, assumido pelo banco e pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) em mesa de negociação com o Comando Nacional Bancário.

Já são mais de 12 mil trabalhadoras e trabalhadores demitidos pelos grandes bancos brasileiros. O que denuncia o descumprimento deste acordo.

Nas redes sociais, houve um protesto virtual nesta última quarta-feira (11). As hashtag #QueVergonhaBradesco e #QuemLucraNãoDemite figuraram entre os assuntos mais comentados do Twitter durante a manhã.

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Movimento sindical e movimentos sociais intensificam luta contra a privatização da Caixa

A Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e movimentos sindicais se uniram na luta contra a privatização e o enfraquecimento da Caixa. As entidades alertam a população sobre a ameaça que o banco público vem sofrendo sob a mira de um governo privatista e pedem a participação de todos para votarem a favor do Projeto de Lei 4.269/20, que torna crime a privatização das estatais sem autorização do Congresso.

O PL 4.269, de autoria dos deputados federais Érika Kokay (PT/DF) e Frei Anastácio Ribeiro (PT/PB) prevê pena de 10 a 16 anos de reclusão para quem insistir em privatizar estatais sem autorização do Legislativo. Há também a previsão de multa de 1% a 20% do faturamento bruto da empresa pública ou da sociedade de economia mista afetada no exercício anterior à ocorrência do crime.

Para incentivar a votação do projeto, as entidades sindicais dialogam com a população sobre a importância de votar a favor do PL na enquete, que está sendo realizada no Congresso Nacional. Na justificativa do projeto, os autores citam as irregularidades da MP 995, que autorizou a venda das subsidiárias da Caixa, fatiando o banco público e diminuindo sua atuação.

“A participação popular se faz necessária pois, unindo forças, lutaremos contra os retrocessos e fortaleceremos a nossa soberania nacional. O governo atual é contra o desenvolvimento social e, por isso, devemos estar juntos para impedir a retirada de direitos, para fortalecer a democracia e nosso patrimônio público”, destacou Nilton Damião Esperança, Presidente da Fetraf RJ/ES.

O texto do PL 4.269/20 foi apresentado em 19 de agosto de 2020, mas segue travado na Casa. O motivo é a Medida Provisória 1.000. Na última terça-feira (03), por exemplo, as votações foram canceladas por falta de quórum. Sem acordo, deputados de esquerda (PT PDT, PSB, PCdoB, Psol e Rede) reforçaram a obstrução em defesa da análise da Medida Provisória 1.000, que reduz o valor do auxílio emergencial para R$ 300 reais.

Clique aqui e apoie o PL 4.269/20.

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Lucros dos bancos aumentam. Demissões também.

Os lucros líquidos dos grandes bancos privados brasileiros cresceram no terceiro trimestre deste ano, em relação ao trimestre anterior. Em nove meses, o Banco Santander lucrou R$ 10 bilhões, o Banco Bradesco lucrou R$ 12,7 bilhões e o Banco Itaú lucrou R$ 13 bilhões.  O que eles tem em comum? Todos, mesmo com lucros extraordinários, estão demitindo.

As demissões de bancárias e bancários vão contra o compromisso assumido, no início do ano, de não demitirem durante a pandemia do novo coronavírus, apesar dos lucros estarem crescendo.

Desde o começo do ano, foram 12 mil bancários e bancários, pais e mães de família, que ficaram sem emprego em meio a uma crise econômica e sanitária. Os três maiores bancos (Bradesco, Santander e Itaú) são os campeões das demissões.

O aumento dos desligamentos motivou a Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, junto com a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e o movimento sindical bancário em todo o país, a se organizarem em uma campanha contra as demissões que deve durar, pelo menos, até o fim do ano.

“Além da força dos nossos sindicatos e federações, a mobilização é de grande importância para mostrar que os bancos não se importam com a crise social causada pelo desemprego. Vamos mobilizar não só bancárias e bancários, como amigos, família e população em geral”,  declarou o Presidente da Fetraf RJ/ES, Nilton Damião Esperança.

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Novembro: mês de combate à violência contra a mulher

Neste mês de novembro, a Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo se alia na luta contra a violência à mulher, numa campanha desenvolvida pela Secretaria de Mulheres da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). As atividades culminam no dia 25, o Dia Internacional de Combate à Violência Contra a Mulher.

Em 25 de novembro de 1960, três irmãs, Pátria, Minerva e Maria Teresa Mirabal, foram assassinadas na República Dominicana, por forças militares do então ditador Rafael Leónidas Trujillo. A data foi assumida pelo movimento de mulheres de todo o mundo.

Categoria Bancária 

A categoria sempre teve uma forte atuação nas questões de gênero, tanto que foi a primeira a conquistar Cláusula de Igualdade de Oportunidades em acordo coletivo e uma mesa de negociação permanente. A mais recente conquista ocorreu em março deste ano, a assinatura de acordo nacional entre a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e o Comando Nacional dos Bancários que garante a prevenção, apoio e acompanhamento à mulher que for vítima de violência doméstica e familiar. Também estabelece canal de atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica. Esse acordo foi incorporado na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), em setembro.

Até 2019, os bancos não possuíam um programa para acolher e apoiar as trabalhadoras vítimas de violência doméstica.

Na CCT assinada em setembro, está estabelecido um programa de combate à violência. Além da criação do canal, a cláusula trata de ações de caráter preventivo para lidar com a questão como, por exemplo, o treinamento de gestores para lidar com a situação e identificar sinais de que uma bancária possa estar sendo vítima de violência.

Luta

O Presidente da Fetraf RJ/ES, Nilton Damião Esperança, diz que é preciso um olhar mais humano dos bancos: “A criação do canal de atendimento é uma conquista muito importante. É preciso saber lidar com as mais diversas situações e identificar sinais de que uma bancária possa estar sendo vítima de violência.”

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Minuta de Acordo de Teletrabalho com o Itaú será debatida em Live, terça-feira (3)

A Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo oferecerá, terça-feira (3/11), às 18h, uma Live com o Presidente da Fetraf RJ/ES, Nilton Damião Esperança, com o Coordenador Nacional da COE/Itaú-Unibanco, Jair Alves dos Santos, e com a representante da Fetraf RJ/ES na COE/Itaú-Unibanco, Maria Izabel.

Será uma Live para discutir a Minuta de Acordo de Teletrabalho com o Banco Itaú.

Link para o acesso: meet.google.com/bhr-tsyq-yga

PARTICIPEM!

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Sindicatos dos Bancários protestam no Dia Nacional de Luta Contra as Demissões no Bradesco

Nesta quinta-feira, dia 29/10, Sindicatos dos Bancários de toda a base da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo e de todo o país, realizaram atos, manifestações e paralisações pelo Dia Nacional de Luta Contra as Demissões no Banco Bradesco.

O banco já realizou mais de 1.200 demissões de trabalhadores, de acordo com cálculos da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Bradesco. E mais de 12 mil realizadas pelos grandes bancos brasileiros.

O Dia Nacional de Luta Contra as Demissões no Banco Bradesco é parte da campanha que o movimento sindical bancário realiza em todo o Brasil, que tem como objetivo denunciar a quebra do compromisso assumido pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), feito em mesa de negociação com o Comando Nacional Bancário, de não realizar demissões durante a pandemia.

O Presidente da Fetraf RJ/ES, Nilton Damião Esperança, exaltou o comprometimento dos sindicatos da base da Federação: “É muito importante que todos se empenhem ao máximo para que a campanha se fortaleça e ganhe visibilidade. É mais uma forma de pressionar os bancos a cumprirem o compromisso firmado com o Comando Nacional dos Bancários, de não-demissão na pandemia. É preciso deixar claro que a pandemia não acabou.”

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Fetraf RJ/ES veicula comercial na Band que denuncia demissões dos grandes bancos brasileiros

A Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo (que tem em sua base os Sindicatos dos Bancários de Angra dos Reis, Baixada Fluminense, Campos dos Goytacazes, Espírito Santo, Itaperuna, Macaé, Niterói, Nova Friburgo, Petrópolis, Rio de Janeiro, Sul Fluminense, Teresópolis e Três Rios), em parceria com a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), está veiculando na TV Bandeirantes, comerciais que denunciam, protestam e alertam a população em geral, sobre as demissões que os grandes bancos privados brasileiros vem praticando.

Os comerciais, que abrangerão um mercado com mais de 4 milhões de consumidores, serão veiculados do dia 28/10 (quarta-feira) até o dia 31/10 (sábado). Eles tem como objetivo, também, pressionar o setor bancário, que foi um dos únicos que lucraram na pandemia, a não demitir e desistirem das demissões e desligamentos que ocorreram.

Confira nosso vídeo no YouTube (https://youtu.be/IkDmd95ZwbU) e marquem a @fetrafrjes no instagram, no twitter e no facebook!

SÓ A LUTA NOS GARANTE!

#FetrafRJ/ES

Confira os horários em que os comerciais serão veiculados:

BORA BRASIL – 8h às 9h (dias 28/29/30 de outubro)

THE CHEF COM EDU GUEDES – 9h às 11h (dias 28/29/30 de outubro)

JOGO ABERTO – 11h às 12:30h (dias 28/29/30 de outubro)

TAÍ PARA TODOS  – 13:30h às 14h (dias 28/29/30 de outubro)

BRASIL URGENTE –  16h às 18:50h (dias 28/29/30/31 de outubro)

JORNAL DO RIO – 18:50h às 19:20h (dias 28/31 de outubro)

JORNAL DA BAND – 19h às 20:25h (dias 28/29/30 de outubro)

BAND NOTÍCIAS – 22h às 22:45h (dias 29/30 de outubro)

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Fetraf RJ/ES promove a palestra “Pix: O que é e quais as consequências para o sistema financeiro nacional?”

A Secretaria de Formação da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo promove, nesta quinta-feira, dia 29/10, às 18h, uma palestra com o técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Fernando Amorim.

O tema da palestra será: “Pix: O que é e quais as consequências para o sistema financeiro nacional?”

Informações

Data: 29/10/2020
Horário: 18h
Link para acesso: meet.google.com/ozx-kuae-pns

Oferecimento: Secretaria de Formação da Fetraf RJ/ES

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Grandes bancos brasileiros já demitiram mais de 12 mil

Já passa de 12 mil o número de demissões feitas pelos bancos no ano de 2020. Muitas delas, em plena pandemia e descumprindo um compromisso firmado de não-demissão neste período.

O movimento sindical bancário, que já vem fazendo atos e manifestações que denunciam essas demissões e desligamentos, irá intensificar os protestos.

Além de alertar a população (que também sofre, já que o atendimento diminui e fica mais demorado), esta campanha contra as demissões também servirá como uma denúncia, já que os bancos não estão cumprindo o acordo feito na mesa de negociação com o Comando Nacional dos Bancários, no início da pandemia.

A Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, em parceira com a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), além de dar o suporte necessário para os sindicatos filiados de sua base, irá veicular um comercial na TV Bandeirantes. O comercial irá mostrar e expor a postura infeliz dos bancos.

Nilton Damião Esperança, Presidente da Fetraf RJ/ES, diz que conta com a colaboração de todas e todos os dirigentes sindicais nesta campanha: “Sinto que todos os sindicatos estão engajados e empenhados em mostrar, seja em atos presenciais, seja em campanhas virtuais, o descaso dos grandes bancos. É preciso afirmar o óbvio. Que a pandemia ainda não acabou. Não podemos admitir que trabalhadores que estão, desde o início da pandemia, na linha de frente, colocando seus parentes em risco, sejam demitidos de uma hora para outra e nesse momento de crise.”