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Sindicato dos Bancários/ES realiza mais um ato em protesto à reestruturação imposta pelo Banco do Brasil

O Sindicato dos Bancários/ES realizou mais um ato em protesto à reestruturação imposta pelo Banco do Brasil, que vem fechando agências e demitindo funcionários. A mobilização desta quarta-feira, 24, aconteceu em frente à agência do BB na Fernando Ferrari, em Vitória, que está na lista das unidades que devem ser fechadas. O BB planeja fechar, transformar em lojas ou postos de atendimento ao menos 15 agências no Espírito Santo (veja lista no final deste texto). A mobilização desta quarta faz parte do calendário nacional de luta contra a reestruturação do BB

Seguindo todas as medidas sanitárias recomendadas pelas autoridades de saúde, o Sindicato organizou um café da manhã para recepcionar clientes e a comunidade em geral que utilizam os serviços bancários da agência. Durante esse bate-papo, diretores e diretoras do Sindicato explicavam as consequências do plano de reestruturação para a comunidade da região e para os bancários e as bancárias do BB.

Apoio da comunidade

A diretora do Sindicato dos Bancários/ES Evelyn Flores avaliou que o ponto alto do ato foi a presença e o apoio da comunidade contra a reestruturação. “Explicamos que o fechamento de agências e as demissões em massa de funcionários fazem parte de um processo de desmonte do banco com vistas à privatização da empresa”.

A dirigente acrescentou que o Governo Bolsonaro, sob a batuta do ministro da Economia, Paulo Guedes, está criando as condições para vender o banco. “As pessoas precisam saber que um patrimônio público que tem uma história de mais de 200 anos de serviços prestados ao povo brasileiro está prestes a ser entregue de mãos beijadas ao capital especulador do mercado financeiro. Por isso é tão importante que a comunidade manifeste seu descontentamento em cada uma das localidades em que uma agência está na iminência de ser fechada e diga não ao desmonte do BB”, afirmou Evelyn.

Ricardo Rios, da Fetraf/RJ-ES, também destacou a participação popular em defesa da manutenção da agência na Fernando Ferrari. Segundo Rios, o ato contou com a presença de lideranças comunitárias de todos os bairros que compõem a região da Grande Goiabeiras: Solon Borges, Boa Vista, Goiabeiras Velha, Jabour, Bairro República e Maria Ortiz. “As lideranças comunitários se disseram indignadas com a notícia. Por causa do ato, muitas moradores da região ficaram sabendo que a agência está na iminência de encerrar suas atividades”, sublinhou o dirigente.

Mobilização

Rubens Lopes Faria (foto ao lado), 71 anos, líder comunitário de Solon Borges, resumiu o fechamento da agência: “É uma tremenda sacanagem o que estão fazendo com a comunidade da região e com os funcionários do banco. É muita insensibilidade da direção do banco fazer demissões em um momento de pandemia. Já temos milhões de desempregados por todo o Brasil”. Faria disse ainda que o fechamento da agência causará muitos transtornos especialmente para os idosos da região que utilizam o banco. “Em Solon mesmo temos uma população grande de idosos que usam os serviços da agência. Como ficam essas pessoas. Terão que se deslocar até Jardim da Penha?”, questionou.

Nizete Marques (foto abaixo), 55 anos, vice-presidente da escola de samba “Chegou o que Faltava” e voluntária na ONG Fazenda da Esperança, que trabalha com a reabilitação de dependentes químicos, disse que várias pessoas da comunidade a procuraram nos últimos dias para confirmar a informação sobre o fechamento da agência. Nizete disse que todos foram pegos de surpresa.

“Ninguém sabia de nada. O banco não me avisou sobre o fechamento. E olha que eu sou correntista nesta agência. É uma total falta de respeito com a comunidade. As pessoas do bairro me perguntaram: ‘Você não vai fazer nada?’. Vou sim, respondi. Por isso estou aqui hoje. Para fazer a resistência. Porque temos que lutar quando não aceitamos uma decisão que prejudica a comunidade. Essas coisas vêm lá de cima. Eu sei que é difícil reverter, mas vamos fazer a luta”, disse Nizete. Ela disse ainda que se não fosse a pandemia a mobilização concentraria um número muito maior de populares. “A pandemia dificulta tudo, até nossa luta”, lamentou.

Os líderes comunitários que estiveram no ato, assim como a presidente da Associação das Paneleiras e o presidente da Associação Comercial de Goiabeiras, comprometeram-se a fazer circular pelos bairros o abaixo-assinado contra o fechamento da agência. “Hoje mesmo vou começar a ir atrás das assinaturas”, prometeu Rubens Lopes Faria. “Vamos nos mobilizar para reverter essa injustiça. Eu tenho conta em outro banco, mas se conseguirmos evitar o fechamento, prometo que abro uma conta na agência do Banco do Brasil de Goiabeiras”.

Reestruturação do BB no ES

Agências previstas para fechamento:

  • Av. Fernando Ferrari (3084)
  • Leitão da Silva (2921)
  • Expedito Garcia (5978)
  • Jardim Limoeiro (5979)
  • Rodovia Carlos Lindenberg (8066)
  • Itaipava (4442)
  • Santos Neves (4672)
  • Pedro Canário (4579).

Agências previstas para serem transformadas em lojas:

  • Ibiraçu (2112)
  • Lagoa do Meio (5800)
  • Piúma (4557)
  • São Silvano (4290).

Agências previstas para serem transformadas em Postos de Atendimento:

  • Itapoã (3195)
  • Rio Novo do Sul (3760)
  • São José do Calçado (4558).

Confira as fotos do ato desta quarta-feira, 24, em frente à agência do BB Goiabeiras

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Bancário do Itaú é reintegrado pelo Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense

O Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense, que faz parte da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo (Fetraf RJ/ES), através de seus Departamentos Jurídico e de Saúde, reintegrou mais um bancário. Desta vez, do Banco Itaú.
O bancário Júlio Henrique de Paula Amorim, demitido em plena pandemia do novo coronavírus, foi reintegrado pela 7a Vara do Trabalho de Nova Iguaçu.
ENTENDA O CASO
Os bancos vem contrariando o compromisso firmado com a categoria bancária de não demitir durante a pandemia.
Júlio Henrique foi demitido em Outubro de 2020 e ingressou com um pedido de reintegração, através de um escritório particular, mas não obteve êxito.
Em Dezembro de 2020, após procurar o Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense, o bancário foi atendido pelo Departamento Jurídico, que impetrou um mandado de segurança junto ao Tribunal Regional do Trabalho. Em pouco tempo, foi deferida medida liminar determinando sua imediata reintegração aos quadros de funcionários do Banco Itaú Unibanco S/A.
IMPORTANTE
Em caso de demissão, a orientação é para que o bancário ou bancária entre em contato imediatamente com o Sindicato.
SINDICALIZE-SE
Fonte: Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense
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Bancários do Itaú aprovam acordo de Sistema Alternativo Eletrônico de Jornada de Trabalho

Os bancários do Itaú aprovaram nacionalmente na quarta-feira (10), por meio de assembleia online, a proposta de Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) que regulamenta o Sistema Alternativo Eletrônico de Jornada de Trabalho 2020/2022, com vigência de dois anos, a contar desde de 18 de setembro de 2020.

O pleito foi realizado pelos sindicatos cujas bases não aprovaram o acordo que regulamenta o teletrabalho no banco, na consulta realizada no início de dezembro de 2020.

“Este acordo é muito importante, pois traz garantias aos bancários nesta modalidade de trabalho, que estará cada vez mais presente na categoria, mesmo depois da pandemia”, afirmou Jair Alves, coordenador da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú.

Fonte: Contraf-CUT

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Plenárias nesta 5ª feira (11) organizarão manifestações no BB

Em reunião com o Comando Nacional dos Bancários, realizada na tarde desta quarta-feira (10), o Banco do Brasil se manteve irredutível e não aceitou negociar o fim do comissionamento de função dos caixas, nem o abono dos dias de paralisação em protesto contra a proposta de reestruturação do banco, que prevê 5 mil demissões, o fechamento de 112 agências, de 242 postos de atendimento e sete escritórios. Comando já tirou lista de atividades para ser debatida nas plenárias que acontecerão nesta quinta-feira (11), além de um tuitaço já para esta quinta, às 11h.

“É um absurdo que, em plena pandemia, um banco público, que apresenta lucro e fornece recurso para o Tesouro Nacional, queira reduzir 5 mil postos de trabalho e os salários de quem vai continuar trabalhando”, afirmou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, que é uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários. “Além disso, queira fechar unidades de atendimento, prejudicando duplamente a população que terá menos funcionários para atendê-la e menos unidades que lhes prestem o serviço”, completou.

Para Juvandia, a direção do banco segue a linha entreguista e de arrocho ao trabalhador que vem sendo tocada pelo governo Bolsonaro. “Trata-se de um governo declaradamente contra os trabalhadores, que já cortou diversos direitos trabalhistas. Um governo que quer acabar com as empresas públicas e todo o funcionalismo. A população precisa ficar atenta, pois sem os serviços e os funcionários públicos ela contará apenas com o serviço privado, que busca exclusivamente o lucro e, na maioria das vezes, não presta um serviço adequado”, observou a presidenta da Contraf-CUT, ao lembrar do apagão ocorrido em Roraima, onde uma empresa privada foi a responsável pelo apagão e uma empresa pública teve que resolver o problema e os hospitais do SUS, que foram quem atendem a população durante a pandemia causada pelo novo coronavírus. “Durante essa pandemia, foi a Caixa (Econômica Federal) quem atendeu a demanda pelo auxílio emergencial e foi o banco do Brasil quem concedeu crédito para que não houve houvesse um número ainda maior de empresas baixando as portas”, alertou.

Intensificação do movimento

Após a reunião com o banco, o Comando e a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) permaneceram reunidos e defiram uma série de ações a serem organizadas nas plenárias que serão realizadas nesta quinta-feira (11) por sindicatos de todo o país.

“Estamos às vésperas do Carnaval, mas não podemos deixar que isso nos atrapalhe. O banco já retirou hoje a gratificação dos caixas e o movimento de protesto deve continuar na mesma intensidade. Hoje já houve uma boa adesão à paralisação e demais atividades de protesto. Vamos intensificar as ações para que isso siga numa crescente e leve à mobilização de toda a sociedade contra mais esse descalabro do governo”, disse o coordenador da CEBB, João Fukunaga, lembrado que as mudanças afetam a vida dos funcionários que saem e dos que ficam, devido à sobrecarga de trabalho e possíveis transferências. “Mas, também podem afetar toda a economia, principalmente das cidades que perderão agências e de toda a população, que terá o atendimento prejudicado”, completou.

Mobilização

O Comando tirou propostas indicativas que deverão ser debatidas e organizadas em plenários dos funcionários nesta quinta-feira, mas já definiu um grande tuitaço para às 11h desta quinta-feira. “Todo mundo de todos os sindicatos precisa participar do tuitaço para colocarmos este assunto entre os mais comentados do país”, declarou a coordenadora do Comando Nacional.

Calendário

11/2, às 11h – Tuitaço #BBParado e #MeuBBValeMais
11/2 – Plenárias organizativas
– Manutenção do Estado de Greve
– Ações judiciais contra a desgratificação
– Ações judiciais contra fechamentos das agências
– Ações judiciais pedindo a reclassificação das faltas
– Contato com parlamentares, prefeitos e governadores
– Paralisações
– Ações pontuais
18/2 – Plenárias
19/2 Reunião de avaliação do Comando

Fonte: Contraf-CUT

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Sindicatos dos Bancários da base da Fetraf RJ/ES fazem manifestações e paralisam agências do BB nesta quarta (10)

Seguindo orientação do Comando Nacional dos Bancários, nesta quarta-feira, dia 10 de Fevereiro, todos os Sindicatos dos Bancários que fazem parte da base da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo (Angra dos Reis, Baixada Fluminense, Espírito Santo, Itaperuna, Macaé, Nova Friburgo e Três Rios), fizeram paralisações e manifestações em agências do Banco do Brasil, contra a reestruturação que dá início ao processo de privatização do Banco do Brasil.

Os atos ocorrem após bancárias e bancários do BB, em todo o país, participarem de assembleias virtuais realizadas na última sexta-feira, onde aprovaram o Estado de Greve.

O Estado de Greve é um alerta para que a direção do banco e o governo se atente para as reivindicações dos trabalhadores e abram negociação para que se evite a deflagração da greve.

Nilton Damião Esperança, Presidente da Fetraf RJ/ES, ressaltou a importância da mobilização por parte dos Sindicatos da Base da Federação: “É fundamental que se entenda a importância de tornarmos públicas nossas insatisfações e reivindicações, seguindo sempre as instruções do Comando Nacional dos Bancários. Só a luta e unidade irão garantir que o banco atenda o que estamos pleiteando. Parabéns à todas e todos os envolvidos”.

Os funcionários estão pressionando o banco para que o mesmo seja transparente e abra negociações com relação ao plano que prevê a demissão de 5 mil funcionários (em plena pandemia), além do fechamento de 112 agências, 242 postos de atendimento e sete escritórios.

Confira as fotos em nossas redes sociais.

 

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Funcionários do Banco do Brasil aprovam estado de greve

Nesta última sexta-feira, 5 de fevereiro, bancárias e bancários do Banco do Brasil, em todo o país, participaram de assembleias virtuais e aprovaram o Estado de Greve.

O Estado de Greve é um alerta para que a direção do banco e o governo se atente para as reivindicações dos trabalhadores e abram negociação para que se evite a deflagração da greve.

Os funcionários estão pressionando o banco para que o mesmo seja transparente e abra negociações com relação ao plano que prevê a demissão de 5 mil funcionários (em plena pandemia), além do fechamento de 112 agências, 242 postos de atendimento e sete escritórios.

O banco se comprometeu na reunião a submeter a pauta com os pontos destacados pela Contraf-CUT à instância superior e trazer a resposta até a próxima audiência com o MPT, na segunda-feira (8).

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Sindicatos dos Bancários da base da Fetraf RJ/ES fazem paralisações e manifestações em agências do BB

Nesta sexta-feira (29), os Sindicatos dos Bancários de Angra dos Reis, Baixada Fluminense, Espírito Santo, Itaperuna, Macaé, Nova Friburgo e Três Rios, que fazem parte da base da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, fizeram paralisações e manifestações em agências do Banco do Brasil contra o plano de reestruturação da direção da instituição. O movimento alcançou todo o país, em um sinal da rejeição por parte dos funcionários do plano de restruturação da direção do banco, que prevê 5 mil demissões e fechamento de centenas de agências, postos e escritórios do BB.

“Queria parabenizar todos os sindicatos de nossa base no Rio de Janeiro e Espírito Santo pela mobilização. Foi de extrema importância para que bancárias e bancários entendessem que não foram atos contra nosso trabalho, mas para cobrar respeito e dignidade por parte da direção do Banco do Brasil. Todos seguiram as instruções do Comando Nacional dos Bancários e do COE, o que fez a diferença. Vamos seguir na luta.”, disse Nilton Damião Esperança, Presidente da Fetraf RJ/ES.

Na semana que vem, será avaliada a mobilização e sua continuidade, caso a direção do Banco do Brasil se recuse a dialogar com seus funcionários sobre eventuais mudanças no banco.

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Funcionários do BB fazem paralisação nacional contra reestruturação

Funcionários do Banco do Brasil fazem nesta sexta-feira (29) uma paralisação contra o pacote de reestruturação que a direção do banco pretende aplicar. A mobilização foi discutida e organizada em sindicatos de norte a sul do país. A reestruturação prevê o fechamento de centenas de agências, postos de atendimento e escritórios, além da demissão de 5 mil funcionários.

“Os sindicatos têm passado nas agências, levando faixas e conversando com os bancários, para que a gente faça uma grande mobilização no dia de amanhã, contra essa reestruturação. Só assim iremos forçar o banco a negociar” disse o coordenador nacional da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga.

O plano que prevê milhares de demissões e fechamento de centenas de agências e outras unidades do BB não foi discutido com os funcionários e seus representantes. A reação à reestruturação vem crescendo desde o seu anúncio, no dia 11 deste mês. Na semana passada, dia 21, houve um Dia Nacional de Luta contra a Reestruturação, que mobilizou funcionários em todo o Brasil. Foram realizadas reuniões nas agências e escritórios, distribuição de uma carta aberta à população, colagem de cartazes e um tuitaço com a hashtag #MeuBBvalemais, que figurou entre os 10 assuntos mais comentados no Twitter.

Para João Fukunaga, a paralisação desta sexta acontece em um momento grave do país, que vive o impacto da segunda onda da pandemia. “É uma luta de dentro do BB para fora, para a população. É uma luta para preservação da vida das pessoas, de quem é grupo de risco. Estamos convocando o pessoal que está em home office a não bater o ponto, para fazermos uma grande mobilização. Essa é uma greve de dentro para fora, por conta, inclusive, da pandemia, da grande parte dos funcionários estarem em home office”, explicou o coordenador da CEBB.

Lucros

Outro ponto destacado por Fukunaga é que, para a direção do BB, a demissão de milhares de funcionários e o desmonte do banco é feito para ampliar os lucros aos acionistas. Na segunda-feira (25), a direção do banco anunciou sua distribuição de dividendos em 2021, em documento enviado ao mercado. De acordo com o documento, o percentual do lucro pago aos acionistas (payout) será de 40%. Sobre o resultado de 2020, o BB aprovou um payout de 35,29%.

“Para a direção do banco, o que vale nessa reestruturação, com a desestruturação de famílias, retirada de comissão, forçando as pessoas a saírem no PDV é o pagamento dos acionistas. é para isso que está sendo feita essa reestruturação. com isso, a gente vê o quanto o funcionário vale para o banco”, completou.

Fonte: Contraf-CUT

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Nota de Falecimento

É com pesar que a Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo lamenta o falecimento do bancário e companheiro Wilson Franca dos Santos.

Wilson era bancário, oriundo do Banespa e, posteriormente, do Banco Santander.

Foi Presidente do Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores em Petrópolis, dirigiu o INPAS (Instituto de Previdência e Assistência Social do Servidor Público do Município de Petrópolis) e presidiu o Sindicato dos Bancários de Petrópolis nos mandatos de 2005 a 2008 e de 2008 a 2011. No ano de 2009, se licenciou para exercer a função de Chefe de Gabinete da Prefeitura no Governo Paulo Mustrangi.

Nos últimos anos, Wilson enfrentava uma luta contra o câncer, mas não resistiu à complicações geradas pela Covid-19.

O Presidente da Fetraf RJ/ES, Nilton Damião Esperança, lamentou o falecimento de um companheiro que tanto fez pelo movimento sindical: “Wilson será sempre lembrado por sua luta e defesa dos trabalhadores. E, também, sempre que a Federação precisou, ele se fez presente. Que descanse em paz”.

Nossos sentimentos e pêsames aos familiares e amigos.

Wilson Franca dos Santos, PRESENTE!

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Nota de falecimento

A Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo comunica com pesar o falecimento de Adenilton Gonçalves de Almeida ocorrido na noite do dia 30/12, por complicações causadas pela Covid-19.

Adenilton era bancário da agência Costa Verde da Caixa Econômica Federal, em Angra dos Reis, e exerceu suas atividades até o dia 5 de Dezembro de 2020.

A Fetraf RJ/ES se solidariza com a dor da família e amigos, e reforça que continua na luta, manutenção e fiscalização para que os bancos sigam os protocolos de segurança e coloquem a saúde de bancárias e bancários sempre como prioridade.
A pandemia não acabou.

Adenilton presente!