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Fetraf RJ/ES visita agências do BB no Noroeste e Norte Fluminense

No início do mês de março (dias 2, 3, 4 e 5), a Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo (Fetraf RJ/ES), representada por Danilo Funke, visitou agências do Banco do Brasil nos municípios do Noroeste e Norte Fluminense, que fazem parte da base da Federação.

Danilo é membro titular da Fetraf RJ/ES na CEBB (Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil).

O objetivo das visitas foi olhar de perto como estão as agências, como estão funcionando, falar e escutar funcionárias e funcionários, ver as condições de trabalho, atender possíveis demandas do funcionalismo. Além disso, estiveram em pauta a reestruturação que o banco vem praticando, a extinção da função de Caixa Executivo e seus impactos.

A visita de um representante da Fetraf RJ/ES foi muito bem recebida por bancárias e bancários, pois relataram que, em mais de dez anos, foi a primeira vez que um representante da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil esteve visitando agências e a região. Também foi relatada a sensação de “falta de acolhimento” por parte das estruturas do Banco do Brasil, por estarem distante da capital.

A nova direção da Fetraf RJ/ES se compromete a ouvir e representar todas as bancárias e bancários de sua base, seja de qualquer banco. Demonstrando, assim, uma nova realidade implementada pela gestão atual, que quer estar lado a lado da categoria bancária.

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Plenária virtual de discussão sobre Proposta de Acordo Emergencial da Covid-19 com o BB será terça (9)

Na próxima terça-feira (9/3), às 18h30, a Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo (Fetraf RJ/ES) realizará uma discussão virtual sobre a “Minuta do Acordo Coletivo de Trabalho Emergencial (Pandemia COVID19) do Banco do Brasil”. Será aberta a todas as bancárias e bancários do BB dos sindicatos da base da Federação.

Dia 2 de março, terça-feira da semana passada, o Comando Nacional dos Bancários se reuniu com o Banco do Brasil para negociar a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho Emergencial (Pandemia Covid-19), que prevê o não descomissionamento por desempenho enquanto durar a pandemia; anistia de 10% do saldo total de horas negativas a compensar e prazo de compensação de horas negativas de 18 meses. O acordo em vigência venceria no último dia de 2020, mas foi estendido por conta da uma liminar do Supremo Tribunal Federal (STF), que prorrogou o Estado de Pandemia. Os funcionários do banco cobraram e o Comando negociou com o banco a prorrogação do acordo e indica a aprovação nas assembleias em todo o país.

Na quarta-feira (10), das 8h às 20h, de forma virtual, serão realizadas assembleias para definir a prorrogação deste acordo.

Participarão da discussão:

– Danilo Funke (membro titular da Fetraf RJ/ES na CEBB (Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil) MEDIADOR
– Nilton Damião (Presidente da Fetraf RJ/ES)
– João Fukunaga (Coordenador CEBB – CONTRAF)

Para participar, acesse: meet.google.com/ywr-pydw-cd

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Comando Nacional dos Bancários se reúne com representantes dos bancos para tratarem da situação da categoria bancária na pandemia

Hoje, sexta-feira (dia 5 de março), o Comando Nacional dos Bancários se reuniu, virtualmente, com a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) para debater sobre diversos temas que envolvem o trabalho da categoria bancária na pandemia da Covid-19, que está na sua pior fase.

O Presidente da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, Nilton Damião Esperança (Fetraf RJ/ES), representou a entidade.

O movimento sindical cobrou mais comprometimento e segurança para bancárias e bancários. Entre as cobranças estão:

– Suspensão de todas as demissões;
– Não cobrança de metas neste período;
– Menos burocracia na hora de se fazer os protocolos. Protocolos diferenciados;
– Retirada dos caixas, colocando funcionários no auto atendimento provocando mais aglomerações e cobrando dos mesmos metas absurdas;
– Medição de temperatura na entrada das agências;
– Álcool em gel (mesmo com as agências fechadas);
– Redução  do horário de atendimento ao público;
– Afastamento e teste imediato nos casos de suspeita de contração do vírus;
– Proteção de acrílico nas mesas e nos caixas;
– Distribuição  de mascaras.

Essas e outras medidas protetivas são fundamentais, enquanto os trabalhadores não recebam a vacina.

Os representes dos bancos informaram que irão se reunir e, a partir da semana que vem, além de responder sobre as cobranças, assumirão o compromisso de reuniões periódicas para acompanhamento da situação da categoria bancária, em conjunto.

Para Nilton Damião, Presidente da Fetraf RJ/ES, “é um absurdo que, num momento como esse, os bancos retirem os caixas para atuarem no autoatendimento e cobrarem metas, como sempre, absurdas. Continuam demitindo e isso é desumano. Precisamos de uma resposta sobre estas pautas com urgência dos banqueiros. Em relação às demissões, os bancos pediram uma agenda para a semana, onde será tratado esse tema em especifico.”

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Plenárias nesta 5ª feira (11) organizarão manifestações no BB

Em reunião com o Comando Nacional dos Bancários, realizada na tarde desta quarta-feira (10), o Banco do Brasil se manteve irredutível e não aceitou negociar o fim do comissionamento de função dos caixas, nem o abono dos dias de paralisação em protesto contra a proposta de reestruturação do banco, que prevê 5 mil demissões, o fechamento de 112 agências, de 242 postos de atendimento e sete escritórios. Comando já tirou lista de atividades para ser debatida nas plenárias que acontecerão nesta quinta-feira (11), além de um tuitaço já para esta quinta, às 11h.

“É um absurdo que, em plena pandemia, um banco público, que apresenta lucro e fornece recurso para o Tesouro Nacional, queira reduzir 5 mil postos de trabalho e os salários de quem vai continuar trabalhando”, afirmou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, que é uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários. “Além disso, queira fechar unidades de atendimento, prejudicando duplamente a população que terá menos funcionários para atendê-la e menos unidades que lhes prestem o serviço”, completou.

Para Juvandia, a direção do banco segue a linha entreguista e de arrocho ao trabalhador que vem sendo tocada pelo governo Bolsonaro. “Trata-se de um governo declaradamente contra os trabalhadores, que já cortou diversos direitos trabalhistas. Um governo que quer acabar com as empresas públicas e todo o funcionalismo. A população precisa ficar atenta, pois sem os serviços e os funcionários públicos ela contará apenas com o serviço privado, que busca exclusivamente o lucro e, na maioria das vezes, não presta um serviço adequado”, observou a presidenta da Contraf-CUT, ao lembrar do apagão ocorrido em Roraima, onde uma empresa privada foi a responsável pelo apagão e uma empresa pública teve que resolver o problema e os hospitais do SUS, que foram quem atendem a população durante a pandemia causada pelo novo coronavírus. “Durante essa pandemia, foi a Caixa (Econômica Federal) quem atendeu a demanda pelo auxílio emergencial e foi o banco do Brasil quem concedeu crédito para que não houve houvesse um número ainda maior de empresas baixando as portas”, alertou.

Intensificação do movimento

Após a reunião com o banco, o Comando e a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) permaneceram reunidos e defiram uma série de ações a serem organizadas nas plenárias que serão realizadas nesta quinta-feira (11) por sindicatos de todo o país.

“Estamos às vésperas do Carnaval, mas não podemos deixar que isso nos atrapalhe. O banco já retirou hoje a gratificação dos caixas e o movimento de protesto deve continuar na mesma intensidade. Hoje já houve uma boa adesão à paralisação e demais atividades de protesto. Vamos intensificar as ações para que isso siga numa crescente e leve à mobilização de toda a sociedade contra mais esse descalabro do governo”, disse o coordenador da CEBB, João Fukunaga, lembrado que as mudanças afetam a vida dos funcionários que saem e dos que ficam, devido à sobrecarga de trabalho e possíveis transferências. “Mas, também podem afetar toda a economia, principalmente das cidades que perderão agências e de toda a população, que terá o atendimento prejudicado”, completou.

Mobilização

O Comando tirou propostas indicativas que deverão ser debatidas e organizadas em plenários dos funcionários nesta quinta-feira, mas já definiu um grande tuitaço para às 11h desta quinta-feira. “Todo mundo de todos os sindicatos precisa participar do tuitaço para colocarmos este assunto entre os mais comentados do país”, declarou a coordenadora do Comando Nacional.

Calendário

11/2, às 11h – Tuitaço #BBParado e #MeuBBValeMais
11/2 – Plenárias organizativas
– Manutenção do Estado de Greve
– Ações judiciais contra a desgratificação
– Ações judiciais contra fechamentos das agências
– Ações judiciais pedindo a reclassificação das faltas
– Contato com parlamentares, prefeitos e governadores
– Paralisações
– Ações pontuais
18/2 – Plenárias
19/2 Reunião de avaliação do Comando

Fonte: Contraf-CUT

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Comando Nacional valoriza e cobra respeito às negociações

Ao fim das negociações sobre o plano de reestruturação que prevê a demissão de 5 mil funcionários e o fechamento de 112 agências, 242 postos de atendimento e sete escritórios, o Banco do Brasil não atendeu as reivindicações dos trabalhadores e nem aceitou retirar as condições para apresentar uma proposta.

Na primeira parte da reunião, o banco havia apresentado uma proposta de prorrogação de 30 dias no processo de retirada da gratificação dos caixas, mas condicionou a proposta à assinatura por todas as entidades do acordo de compensação de horas em decorrência da pandemia e do Acordo de Comissão de Conciliação Prévia (CCP), ambos já em negociação com a Contraf-CUT. O banco também exigia a retirada de ações judiciais em andamento contra o banco. A Contraf-CUT recusou a proposta e, depois disso, houve um intervalo nas negociações.

Na segunda parte da reunião de negociações desta terça, o banco retirou até a proposta que havia feito antes e não deu prazo para que as entidades consultassem os funcionários sobre a proposta apresentada pela manhã.

Busca da mediação

“Buscamos a mediação do MPT (Ministério Público do Trabalho) em virtude da não resposta do banco ao nosso ofício que solicitava as negociações, mas, mesmo com a medição, as negociações foram infrutíferas”, explicou secretário-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Gustavo Tabatinga, ao lembrar que, desde quarta-feira (3), estão ocorrendo reuniões de negociações entre os trabalhadores e o banco com a intermediação do MPT.

Ao fim da reunião, Tabatinga disse que a Contraf-CUT orienta que os sindicatos intensifiquem as atividades a partir desta quarta-feira (10), que é quando o banco pretende dar início ao seu plano de reestruturação, retirando todas as funções de caixa. Ele lembrou, ainda, que os funcionários do BB aprovaram na última sexta-feira (5) o Estado de Greve, em assembleias realizadas por sindicatos de todo o país. “Temos que arrancar negociação, os caixas não podem ficar sem sua gratificação, principalmente nesse período de pandemia”, completou.

Comando solicita negociação

Apesar de orientar a intensificação das manifestações, os trabalhadores querem continuar as negociações. Ao fim da mediação o Comando Nacional dos Bancários solicitou uma reunião para continuar as tratativas.

“Mostramos que estamos dispostos a negociar. Acreditamos na via negocial e queremos continuar as tratativas”, disse o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga. “Queremos manter as gratificações dos caixas e evitar que os trabalhadores sejam, mais uma vez, prejudicados”, completou.

Manifestações

Os trabalhadores já comunicaram ao banco que, nesta quarta-feira (10) ocorrerão manifestações nas agências do Banco do Brasil em todo o país e que foi decretado o Estado de Greve em assembleias realizadas em todo o país.

Fonte: Contraf-CUT

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Sindicatos dos Bancários da base da Fetraf RJ/ES fazem manifestações e paralisam agências do BB nesta quarta (10)

Seguindo orientação do Comando Nacional dos Bancários, nesta quarta-feira, dia 10 de Fevereiro, todos os Sindicatos dos Bancários que fazem parte da base da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo (Angra dos Reis, Baixada Fluminense, Espírito Santo, Itaperuna, Macaé, Nova Friburgo e Três Rios), fizeram paralisações e manifestações em agências do Banco do Brasil, contra a reestruturação que dá início ao processo de privatização do Banco do Brasil.

Os atos ocorrem após bancárias e bancários do BB, em todo o país, participarem de assembleias virtuais realizadas na última sexta-feira, onde aprovaram o Estado de Greve.

O Estado de Greve é um alerta para que a direção do banco e o governo se atente para as reivindicações dos trabalhadores e abram negociação para que se evite a deflagração da greve.

Nilton Damião Esperança, Presidente da Fetraf RJ/ES, ressaltou a importância da mobilização por parte dos Sindicatos da Base da Federação: “É fundamental que se entenda a importância de tornarmos públicas nossas insatisfações e reivindicações, seguindo sempre as instruções do Comando Nacional dos Bancários. Só a luta e unidade irão garantir que o banco atenda o que estamos pleiteando. Parabéns à todas e todos os envolvidos”.

Os funcionários estão pressionando o banco para que o mesmo seja transparente e abra negociações com relação ao plano que prevê a demissão de 5 mil funcionários (em plena pandemia), além do fechamento de 112 agências, 242 postos de atendimento e sete escritórios.

Confira as fotos em nossas redes sociais.

 

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Fetraf RJ/ES realizará plenária do Banco Brasil nesta quinta (4)

Nesta quinta-feira (4/2), às 18h30, a Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo realizará uma plenária do Banco do Brasil, aberta a todos os bancários e bancárias da base da Fetraf RJ ES.

A assembleia debaterá sobre a paralisação de 24 horas de agências do BB dia 10 de fevereiro, quarta-feira, contra o processo de reestruturação e desmonte da instituição financeira pública.

Para participar da Plenária, acesse: https://meet.google.com/sse-ybkh-dtt

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Fetraf RJ/ES promove palestra “Não às Demissões no Banco do Brasil” nesta segunda-feira (18)

A Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo irá promover, segunda-feira (dia 18/01), às 19 horas, a palestra “Não às Demissões no Banco do Brasil”.

A palestra ocorrerá virtualmente e terá como tema: Trabalhadores são contra fechamento das agências e precarização do atendimento à população.

Para participar, basta acessar o link: https://meet.google.com/txm-tfxv-oey

Será aberta para todos os Sindicatos dos Bancários de base da Fetraf RJ/ES.

PARTICIPEM!

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Caixa Econômica Federal completa 160 anos

A Caixa Econômica Federal completa 160 anos nesta terça-feira (12), com passado de histórias brilhantes e futuro sob ameaça. Mesmo diante ao maior desmonte de sua história, o aniversário do banco que atua como principal agente das políticas públicas do Estado é motivo de orgulho para os seus empregados e para o povo brasileiro.
A data, além de comemoração, tem de ser de resistência contra as tentativas governamentais de privatizar partes rentáveis da instituição, através da venda de suas subsidiárias. Essas áreas, a exemplo das loterias, seguros e cartões de crédito, sustentam os programas sociais operados pelo banco. Foi a força da mobilização e da união das entidades sindicais e associativas que manteve a Caixa 100% pública até agora.

Para o presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), Sergio Takemoto, no pacote de ações para privatizar a Caixa, o governo e a direção do banco incluíram também o desrespeito aos empregados. “Metas desumanas, reestruturações sem planejamento, jornadas exaustivas e extrapoladas, atendimentos precarizados por falta de condições de trabalho e também pela falta de mais de 20 mil empregados, PDV [Programas de Desligamento Voluntário] – tudo isso faz parte da estratégia de passar uma imagem de ineficiência para a sociedade e tentar justificar a privatização”, alerta. “Mas a realidade mostra o contrário. O que seria da população mais carente se não fosse a Caixa e seus empregados durante o pagamento do Auxílio Emergencial? Graças aos empregados, que têm resistido a tudo isso para cumprir a função social do banco, 68 milhões de brasileiros tiveram condição de sobreviver nesta pandemia”, avalia.
Campanha
O desrespeito aos trabalhadores provocou as entidades em defesa dos bancários a realizarem uma campanha de valorização dos empregados da Caixa. A Fenae, as Apcefs, a Contraf-CUT e demais entidades sindicais e associativas se uniram para mostrar ao país a importância do trabalho destes bancários para socorrer metade da população brasileira durante a pandemia do coronavírus. A campanha começou no dia 28 de dezembro e vai até o aniversário da Caixa, nesta terça-feira (12).

Uma das atividades que marcam a campanha são projeções em várias cidades do país em defesa da Caixa. São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Belo Horizonte, Brasília, Belém, Fortaleza e Manaus são as capitais que receberam nesta segunda-feira (11), às 19h, projeções com mensagens da campanha em defesa da Caixa 100% pública. A ação é realizada pela Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) e pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). O objetivo foi denunciar os ataques que a empresa vem sofrendo, com ameaça de privatização de áreas rentáveis como seguros, loterias e mais recentemente o banco digital.

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Paulo Roberto Garcez vira nome de rua em Barra do Piraí (RJ)

O prefeito do Município de Barra do Piraí (RJ), Mario Reis Esteves, sancionou uma lei que dá o nome de “Paulo Roberto dos Santos Garcez” a uma rua da cidade, localizada no bairro Vale do Ipê.

A lei municipal número 3371 foi sancionada no dia 8 de Janeiro de 2021.

Garcez faleceu em outubro de 2019, aos 63 anos, foi Secretário Geral da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo e integrante da Comissão de Organização dos Empregados do Santander. Um excelente e dedicado profissional, reconhecido por todo o movimento sindical.

Nilton Damião Esperança, Presidente da Fetraf RJ/ES, expressou seu contentamento com a notícia: “Em nome de todas as bancárias e bancários, agradeço ao município de Barra do Piraí pela linda e justa consagração a um profissional que sempre teve uma atuação destacada no sindicalismo. É um reconhecimento pelos serviços prestados. Estamos todos muito emocionados com essa merecida homenagem.”