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Campos: Itaú demite e sindicato paralisa agência

A agência do Itaú no distrito de Guarus, em Campos, abriu uma hora mais tarde na manhã desta quarta-feira, 10. O retardamento da abertura foi uma atividade promovida pelo Sindicato dos Bancários em protesto contra demissões ocorridas na última segunda-feira. Dois gerentes gerais – um da agência paralisada, outro da unidade do município de São João da Barra – e um assistente de gerente da agência Quissamã foram demitidos sem justa-causa.

Durante o protesto os dirigentes sindicais fizeram reunião com os funcionários e deram informações sobre o andamento da Campanha Salarial, que acaba de começar. O calendário, a dinâmica das negociações e as principais reivindicações econômicas e sociais foram discutidas com os trabalhadores antes da abertura da unidade.

Ainda durante a reunião os bancários foram orientados a procurar os benefícios que são garantidos pela Convenção Coletiva. “É importante que as bancárias que vão sair em licença-maternidade solicitem a licença ampliada, que os que estão em período de estabilidade pré-aposentadoria notifiquem o banco, que os bancários que ainda não tiraram o abono-assiduidade o façam o mais rápido possível. Estas são conquistas garantidas pela CCT e os bancários e bancárias devem ficar atentos, para não deixarem de aproveitar aquilo que é seu direito. É preciso também que mantenham seus exames de saúde em dia, para que qualquer doença ocupacional fique registrada”, recomenda Hugo Diniz, presidente do Sindicato dos Bancários de Campos.

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PETRÓPOLIS: sindicato protesta contra agência do BB que não inaugura

A nova agência Estilo do BB em Petrópolis está pronta para abrir há um ano, mas ainda não foi inaugurada, nem tem data prevista para começar a operar. O “aniversário” foi alvo de protesto realizado pelo Sindicato dos Bancários, que levou até um bolo para a atividade.

As obras começaram em março de 2013, o que significa que o imóvel está alugado há 41 meses, por um valor mensal de R$ 80 mil. “Esse aluguel corresponde a 40 vezes o valor do piso do bancário que é de R$ 1.976,10. E se levarmos em conta que um escriturário do BB custa ao banco, aproximadamente, uns R$ 5 mil mensais (contando férias, 13º, auxílio alimentação, plano de saúde, entre outros), o aluguel de R$ 80 mil poderia pagar o salário e todos os benefícios de 16 novos trabalhadores. Ou seja, o banco poderia contratar bancários para diminuir a sobrecarga de trabalho de seus funcionários e melhorar a qualidade e agilidade no atendimento”, pondera Marcos Alvarenga, funcionário do BB e presidente do Sindicato dos Bancários.

O protesto teve por objetivo mostrar à população que a gestão do BB diminui o número de funcionários para cortar custos, mas gasta com uma unidade que não vai abrir. “O valor gasto com as obras e com o aluguel nesse período é natural. O que não pode é gastar com aluguel de um imóvel pronto para o funcionamento, mas que não é utilizado”, critica Alvarenga. O sindicalista lembra, ainda, que o banco está diminuindo a dotação de funcionários de unidades que estão em funcionamento, como foi o caso da agência Cidade Imperial, também em Petrópolis.

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PETRÓPOLIS: Sindicato volta a paralisar agência do BB

No dia 17/06, a diretoria do SindBancários Petrópolis realizou uma paralisação de 24 horas na agência Cidade Imperial do Banco do Brasil. Essa manifestação foi motivada pela redução da dotação da dependência, que possui apenas 12 funcionários (o banco reduziu um cargo de escriturário, de dois existentes).

No mesmo dia da paralisação, o presidente do SindBancários Petrópolis, Marcos Alvarenga, foi procurado por um analista da Gepes (Gestão de Pessoas do BB) para saber os motivos da manifestação. Alvarenga lembrou que a reivindicação por mais funcionários nessa dependência é uma demanda de longa data, tendo inclusive protocolado junto ao banco, em setembro de 2014, um documento apontando o problema. “Estamos há anos lutando por mais contratações, em especial nessa agência. Constantemente recebemos reclamações de clientes e usuários da dependência. Já fizemos atividades com carro de som, abaixo assinados, conversas com o banco e, para nossa surpresa, ao invés do banco reconhecer a deficiência e efetuar contratações, resolveu ir na direção contrária”, disse Alvarenga.

Esta semana o sindicato recebeu informação da Gepes (Gestão de Pessoas do BB), de que o banco manterá sua decisão de redução da dotação de suas unidades em Petrópolis, não deixando outra alternativa ao sindicato, senão paralisar novamente por 24 horas no dia de hoje, as atividades da agência 5797 – Cidade Imperial (a mais prejudicada em todo esse processo).

 

 

Fonte: SindBancários Petrópolis

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Teresópolis: Sindicato recupera na Justiça do Trabalho R$ 2.035.905,84 para bancários

No mês de junho o Sindicato dos Bancários de Teresópolis, por meio da atuação do seu departamento jurídico, alcançou mais uma vitória importante, obtendo o levantamento da quantia de R$ 2.035.905,84 em benefício dos empregados do HSBC no município. A quantia refere-se a um segundo pagamento, já tendo os empregados do HSBC recebido a quantia de R$ 391.442,13, no mês de setembro de 2008.

O recebimento dos valores pelos empregados representados pelo Sindicato dos Bancários refere-se ao pagamento da Gratificação Semestral, e teve origem no ano de 1990, em ação ajuizada pelo escritório conveniado Dr. Acrisio de Moraes Rego, na qual o sindicato postulou igualdade de tratamento (isonomia constitucional) de empregados que não recebiam a parcela com outro empregado que já a recebia.
O processo, desde que ajuizado, percorreu longo percurso, tendo o Sindicato dos Bancários de Teresópolis e seus advogados, revertido decisões desfavoráveis e obtido vitórias em todas as instâncias do Poder Judiciário, no Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro, Tribunal Superior do Trabalho e Supremo Tribunal Federal, quando foi sacramentado o direito, já em setembro.

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Petrópolis: Sindicato se reúne com BB sobre dotação de agências

Em reunião na Gepes/BB nesta segunda-feira, 27, a direção do Sindicato dos Bancários de Petrópolis ouviu do gerente regional Esaú Borba o compromisso de as passar informações e as demandas dos sindicalistas à Diren, diretoria que está responsável pelas mudanças na dotação de funcionários.

A reunião foi marcada a pedido da Gepes depois que o sindicato paralisou por 24 horas a agência Cidade Imperial, no centro de Petrópolis, (veja matéria aqui) em protesto contra a redução de dotação. A unidade recebeu uma grande carteira de Pessoa Jurídica e teve aumento de apenas dois funcionários em seu quadro. Mas um deles, um escriturário, foi colocado como excedente depois que o BB decidiu reduzir o número de trabalhadores por local.

Embora o bancário não tenha sido demitido, sua posição como excedente o põe em risco de ser transferido a qualquer momento. “Esaú Borba garantiu que os bancários não precisam se preocupar com essa possibilidade, mas não é este o problema. As agências já estão com número reduzido de funcionários, o que prejudica o atendimento e provoca sobrecarga de trabalho. Se um bancário se aposentar, a unidade fica com menos bancários ainda. O mesmo acontece quando alguém tira férias ou se afasta por licença-maternidade ou por problemas de saúde”, critica Marcos Alvarenga, funcionário do BB e presidente do Sindicato dos Bancários de Petrópolis.

O BB começou a reduzir a dotação das agências em resposta a uma determinação do DEST – Departamento de Controle das Estatais publicada em dezembro de 2015. O órgão determinou que o número de empregados em todas as empresas públicas na ocasião da publicação seja mantido até segunda ordem. Além de não convocar concursados aprovados, o banco está reduzindo a dotação, certamente para aproveitar os funcionários que estão sendo atingidos pelas reestruturações em áreas-meio. “Somos contra a readequação das dotações, mas, se for mesmo necessário fazer, que seja nas agências maiores, onde há mais empregados, para que as unidades com poucos bancários não fiquem numa situação tão difícil”, opina Alvarenga.

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Petrópolis: BB reduz número de funcionários e sindicato fecha agência

A agência Cidade Imperial do Banco do Brasil, no centro de Petrópolis, não funcionou nesta sexta-feira, dia 17. A agência foi paralisada pelo Sindicato dos Bancários em protesto contra a redução de dotação da agência, que perdeu um escriturário. Com a extinção da vaga, a unidade passou a ter somente 11 funcionários.

A medida faz parte de uma determinação do BB de readequar as dotações de suas unidades em todo o país. Infelizmente, na grande maioria das agências onde a dotação foi alterada tiveram redução do número de funcionários. Na base de Petrópolis, houve três reduções em três agências: Itaipava, Imperador e Cidade Imperial.

Essas reduções nos números de funcionários nas agências do Banco do Brasil vão na contramão do lucro e do constante crescimento do banco. Apenas nos três primeiros meses de 2016, o BB lucrou R$ 2,359 bilhões. No ano passado o banco lucrou R$ 14,4 bilhões, uma média de R$ 1,2 bilhões ao mês. O Banco do Brasil é o maior banco do país, com ativos superando a cifra de 1,5 trilhões de Reais.

Mais ou menos?

A readequação envolve também a criação de agências Estilo exclusivas para os clientes de alta renda. Uma unidade deste segmento deveria ser inaugurada em Petrópolis em agosto de 2016, mas, depois de quase um ano de obras, com pagamento de um aluguel de R$ 80 mil mensais, a agência pode não ser inaugurada. “Se o banco pode pagar um valor tão alto para alugar um imóvel por quase um ano e depois desistir da abertura da unidade, não é o salário de um escriturário que vai provocar prejuízos irrecuperáveis”, critica Marcos Alvarenga, funcionário do banco e presidente do SindBancários Petrópolis.

O escriturário não será demitido, mas está como quadro excedente da agência e pode ser transferido para outro local de trabalho a qualquer momento. O problema é que a unidade recebeu no início deste ano uma carteira de Pessoa Jurídica, o que provoca aumento da demanda por serviços. Na ocasião, a dotação aumentou em duas vagas, mas, agora, uma foi eliminada. “É muito trabalho para pouca gente. O banco diz que a agência ganhou dois funcionários, mas o que houve mesmo foi aumento de trabalho. O aumento de dotação que aconteceu há alguns meses foi proporcionalmente menor que o incremento da carteira”, esclarece o dirigente.

Para Alvarenga, os resultados positivos que o BB vem obtendo são motivo mais que suficiente para que o banco passe a adotar uma política de contratação de funcionários, ajudando a diminuir o desemprego no Brasil. Com novas contratações, será possível também reduzir a sobrecarga de trabalho que sofrem os atuais funcionários e melhorar a agilidade e qualidade no atendimento aos clientes e usuários. “Há milhares de pessoas aprovadas em concursos esperando uma oportunidade que nunca chega. É inaceitável que uma instituição sólida, lucrativa e centenária como o Banco do Brasil aja desta forma. O banco tem obtido lucros recordes a cada ano, mas insiste em não reconhecer e valorizar o trabalho de seus funcionários. E ainda precariza o atendimento aos clientes, que perdem horas preciosas de suas vidas numa fila”, acrescentou o sindicalista.

 

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Sindicatos fazem manifestações no Bradesco e no HSBC

NFri_SulFlu_31-05-16Na manhã desta terça-feira, 31, dois sindicatos da base da Fetraf-RJ/ES fizeram atividades em agências. Em Nova Friburgo, a manifestação foi no HSBC e no Sul Fluminense, no Bradesco.

No HSBC de Friburgo foi feita panfletagem e corpo-a-corpo com bancários e usuários do banco, como parte das atividades do Dia Nacional de Lutas.

No Bradesco de Barra Mansa houve retardamento da abertura da unidade, com reunião com os funcionários para esclarecer dúvidas quanto à fusão com o HSBC. Mas o motivo do protesto foi a dispensa de mais um funcionário, ocorrida na última sexta-feira. O Bradesco vem demitindo muito desde o início do ano e os sindicatos de todo o país estão fazendo uma campanha contra as demissões.

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Campos: mais uma bancária reintegrada nesta terça-feira

O Departamento Jurídico do Sindicato dos Bancários de Campos dos Goytacazes (RJ) começa a semana com mais uma reintegração em sua base. O retorno da bancária Cristina Maria Campista de Souza Alves Barcellos as suas atividades, aconteceu na manhã de hoje 17/05, por força de decisão judicial do MM. Juiz Claudio Aurélio Azevedo Freitas da 3ª vara do trabalho de Campos.

A trabalhadora foi vítima de mais uma demissão injusta cometida pelo Banco Itaú, já que era portadora de doença ocupacional. A funcionária havia sido desligada no dia 17/04/2015 e de imediato procurou o Sindicato que prontamente iniciou os procedimentos para a ação jurídica que permitiu a correção de mais uma demissão injusta e pior como sempre ignorando os amparos legais dos lesionados.

Na decisão do MM. Juiz, Cristina, além da imediata reintegração, determinou o pagamento dos salários vencidos e vincendos e demais vantagens inerentes ao cargo ocupado, a partir do dia de sua demissão, enquanto ela for portadora de doença ocupacional. Mais uma vez O sindicato de Campos obtém uma importante vitória em sua base e a reparação de mais uma injustiça perversa cometida pelos Bancos.

Em tempo: o dirigente sindical Paulo Robeson, do BMB, demitido por conta do fechamento da agência do banco no município de Campos, já foi reintegrado.

 

 

Fonte: Sbtraf-Campos

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Niterói: Sindicato fecha Bradesco em protesto contra 30 demissões

Cerca de 30 demissões. Esse é o saldo do primeiro trimestre do banco Bradesco na base de atuação do Sindicato dos Bancários de Niterói e região. Em protesto contra as dispensas, a direção do Sindicato lacrou a agência Bradesco Centro Niterói, a maior da região, que fica localizada na Avenida Amaral Peixoto, ponto comercial nervoso da cidade, para dar um recado ao banco de que não vai admitir novas demissões imotivadas. Mesmo com lucro superior a R$ 4 bilhões somente em 2016, o patrocinador das Olimpíadas do Rio de Janeiro segue demitindo sem justificativas e diminuindo o quadro de funcionários.

No 1º trimestre de 2016, o banco Bradesco obteve lucro líquido contábil de R$ 4,121 bilhões. De acordo com análise feita pela subseção do Dieese, na Contraf-CUT, o lucro líquido ajustado de R$ 4,113 bilhões, teve queda de 3,8% em relação ao mesmo período de 2015.

A holding encerrou março de 2016 com 91.395 empregados, com redução de 3.581 postos de trabalho em relação a março de 2015. Foram fechadas 152 agências no período. De janeiro a março deste ano, o Bradesco cortou 1.466 postos de trabalho em todo o Brasil.

“É inadmissível que um banco do porte do Bradesco, o segundo maior do país, demita tantos funcionários. Mesmo em tempos de crise econômica os bancos lucraram alto. Não se justificam as demissões. Elas precarizam o atendimento aos clientes, aumentam a pressão em cima daqueles bancários que ficam, aumentam os assédios e provocam doenças psicológicas e físicas nos trabalhadores. Estamos hoje mostrando à categoria que vamos defender sempre o emprego e as melhores condições de trabalho”, avalia Luis Cláudio Caju, presidente do Sindicato.

A paralisação é de 24 horas. Não haverá atendimento interno na agência nem nos caixas eletrônicos.

 

 

Fonte: Seeb-Niterói

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BMB fecha agencia em Campos (RJ) e demite dirigente sindical

Depois de mais de 35 anos de atuação em Campos, o BMB fechou sua agência na cidade, que era também a única no interior do Estado do Rio de Janeiro. Foram demitidos 18 funcionários, inclusive um dirigente sindical da Contraf-CUT.

O BMB vem reduzindo o número de agências nos últimos anos e, com o fechamento da agência de Campos, terá somente unidades na capital. Hugo Diniz, presidente do Sbtraf Campos, critica a atitude do banco: “A demissão é uma falta de respeito para com os clientes, a população de Campos, do Estado do Rio de Janeiro e até com a própria Contraf-CUt.” O diretor do departamento jurídico do sindicato, Reynaldo Pessanha, vai além: “Agindo desta maneira, o BMB questiona o poder de representação da Contraf-CUT, na medida em que não respeita a estabilidade conferida legitimamente ao dirigente.”

O Sindicato estará traçando nas próximas horas as estratégias de luta política e jurídica para reverter as demissões e manter a resistência dos trabalhadores e trabalhadoras afetados.

 

Fonte: da Redação, com informações de Sbtraf-Campos