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Angra: Sindicato paralisa agência do Santander sem ar-condicionado

A agência do Santander do centro de Angra não funcionou no último dia 12, uma vez que o sistema de refrigeração não funciona desde a sexta-feira anterior, dia 08. A paralisação foi promovida pelo Sindicato dos Bancários de Angra dos Reis em função do problema, que começou depois de um pico de energia ocorrido no dia 07, quinta-feira. Como o banco custou a tomar providencias, as condições de trabalho e atendimento tornaram impraticável o funcionamento da agência.

Dirigentes do sindicato entraram em contato com a diretoria regional do banco, em Volta Redonda, e denunciaram o problema à Vigilância Sanitária. O órgão visitou a agência no dia 12, lavrou o termo de autuação e impôs multa.

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Campos: Sindicato faz protesto contra demissões no Bradesco

O Sindicato dos Bancários promoveu protesto com retardamento da abertura da maior unidade do Bradesco no município, no centro, na manhã da última sexta-feira, dia 08. Outra agência amanheceu com cartazes colados em toda a fachada.

As atividades foram realizadas em resposta a três demissões que aconteceram na mesma semana, sendo duas da mesma agência. As três bancárias dispensadas atuavam na área comercial. Uma delas tinha 28 anos de banco e as outras duas, 31.

A atividade retardou a abertura da agência por apenas meia hora, já que se tratava de um dia de pico de movimento, para não prejudicar a população. Pouco antes da abertura, foi realizada uma reunião com os empregados da agência.

A longa fila que se forma desde cedo na porta da agência nestes dias foi uma oportunidade. Os sindicalistas aproveitaram para conversar com clientes e usuários do Bradesco e explicar o motivo da paralisação e sensibilizá-los sobre as condições de trabalho que o banco oferece a seus empregados.

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Angra dos Reis: Sindicato dos bancários discute papel das Centrais Sindicais

Aconteceu no ultimo sábado, dia 09, no auditório da sede do Sindicato dos Bancários de Angra dos Reis, o debate “O Papel das Centrais Sindicais” que teve a participação de representantes de três entidades. A CUT foi representada pelo seu Presidente no Estado do Rio de Janeiro, Marcelo Rodrigues, a Intersindical, pelo Diretor do Sindicato dos Bancários do Espírito Santo, Idelmar Casagrande, e a CSP- Conlutas, por Carlos “Cacau” Pereira. A CTB que também foi convidada, não pode enviar representante.

O evento faz parte da política de formação do Sindicato e foi o terceiro em nove meses. O evento foi voltado para o Conselho Diretivo do Sindicato, formado pelo conjunto do Diretores, com foco nos dirigentes que estão em seu primeiro mandato. Mas o debate foi aberto à participação de bancários de base e aos movimentos social e sindical angrense. a categoria Bancária e os Movimentos Social e Sindical local. Servidores Públicos, Petroleiros e Professores Estaduais se fizeram presentes.

As análises da conjuntura atual apresentadas pelos debatedores foram muito bem colocadas. A dinâmica do evento estimulou uma boa participação da assistência nos diversos temas colocados. O objetivo do evento foi, portanto, plenamente alcançado.

 

Fonte: Seeb-Angra

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Sindicatos se reúnem com superintendência da Caixa

Representantes dos sindicatos de Campos, Itaperuna, Macaé e Nova Friburgo, além do presidente da Fetraf-RJ/ES, Nilton Damião Esperança, se reuniram com o superintendente da Caixa na região Norte Fluminense, Denis Matias, no último dia 03. O objetivo do encontro foi discutir de diversos problemas que vêm sendo observados nas unidades da região e que têm preocupado os sindicalistas.

Logo no início da reunião o superintendente da Caixa pediu ao presidente do Sindicato de Macaé, Wagner Figueiredo, que avise à gerencia antes de fazer paralisações nas agências para que os bancários possam ser remanejados. “Respondi que, se fizermos isso, a paralisação não surtirá efeito, como costuma acontecer sempre que os gestores são informados com antecedência. Sempre que isso acontece, os gerentes tomam providências para que a atividade não cause transtornos e a solução para os problemas não vem”, relata Nilton Damião Esperança.

Os problemas com o sistema de ar-condicionado da agência 0184 – Macaé ocuparam a maior parte da reunião. Matias informou que o atraso se dá em função de questões relativas às normas de licitação e que a empresa contratada para a obra tem executado bons serviços. A Caixa ficou de enviar ao sindicato o cronograma da reforma, para que os dirigentes possam acompanhar o andamento do trabalho.

Muita “criatividade”

Os representantes de Nova Friburgo relataram problemas de estrutura e manutenção de agências, horas extras em agências com até 20 funcionários, transferências de lotação danosas aos empregados, realização de serviços bancários por estagiários, entre outros. O superintendente se comprometeu a sanar os problemas, mas eximiu a gestão superior de responsabilidade, alegando que alguns são “obras das mentes criativas dos gerentes”.

Nilton Damião ressaltou que, ao longo de seu mandato, vem estimulando os sindicatos a buscarem a solução de problemas através do diálogo e que as paralisações são o último recurso quando os bancos demoram a agir. “É importante destacar também que os bancos renovaram o Acordo de Prevenção de Conflitos no Ambiente de Trabalho e que as chefias devem orientar os gestores. Não faz sentido que os bancos assinem este documento e os gestores continuem a ser responsabilizados por seguir os impulsos de suas “mentes criativas”, como disse o superintendente”, pontuou o presidente da Fetraf-RJ/ES.

 

 

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Petrópolis: agência da Caixa sem acessibilidade poderá pagar R$ 50 mil de multa

A agência Imperial da Caixa em Petrópolis funciona num prédio tombado de cinco pavimentos e o único elevador não funciona regularmente desde o final de 2015. O Sindicato dos Bancários de Petrópolis já fez diversas reclamações e até paralisou a unidade no último dia 15, em protesto contra a situação.

Na ocasião, veículos de imprensa – dois jornais e uma emissora de TV local, mais uma emissora nacional e um grande portal de notícias – fizeram a cobertura da atividade, ressaltando os problemas da agência. Os sindicalistas aproveitaram que a atividade chamava a atenção de clientes e usuários e os orientaram a também denunciar o problema aos órgãos de defesa do consumidor.

Mas o Sindicato dos Bancários não se limitou a procurar a Caixa e paralisar a unidade. “Encaminhamos denúncia ao Procon, ao Ministério Público Federal e à Superintendência Regional do Trabalho. A situação é muito grave e decidimos denunciar a todos os órgãos que podem intervir, cercamos por todos os lados”, esclarece Marcos Alvarenga, presidente do Seeb-Petrópolis.

O Procon foi o primeiro órgão a agir. Em visita à unidade, emitiu notificação e deu prazo para regularização da situação, do contrário a unidade deveria pagar uma multa de R$ 50 mil.

escadariaCEF_PetropReforma demorada

Diante das primeiras reclamações do Sindicato dos Bancários, a Caixa chegou a procurar solução para o problema, mas a parte defeituosa do elevador precisaria ser encomendada, já que não há peças de reposição para o modelo, que é muito antigo. “Depois de instalada a peça nova, o elevador só funcionou por dois dias, e deu defeito novamente”, informa Alvarenga.

A solução definitiva é a reforma completa do elevador, mas a obra pode durar até sete meses. “O ideal é que a agência funcionasse em outro local neste período, mas a Caixa considera não há imóveis adequados ao porte da agência na região”, informa o presidente do sindicato. A solução encontrada foi instalar um guichê para o atendimento preferencial no térreo. “Mas, mesmo que os idosos, pessoas com deficiência e gestantes estão atendidos por esta medida, os demais clientes ainda têm que usar as escadas. Para os bancários da unidade é anda pior, porque às vezes é preciso ir de um andar para o outro várias vezes por dia”, critica o sindicalista.

Prorrogada

Assim que instalou o caixa para atendimento preferencial no térreo e definiu a realização da obra para modernização do elevador, a Caixa enviou correspondência ao Procon solicitando que prazo para regularização do problema fosse ampliado. O órgão de defesa do consumidor acatou o pedido e estendeu o prazo em trinta dias. “Mas o coordenador do Procon municipal, Jorge Badia, destacou que a ampliação do prazo não quer dizer que não haverá multa. Ele ainda lembrou que poderá haver reclamações dos consumidores neste período”, relata Marcos Alvarenga. O Procon pediu cópia do projeto de reforma do elevador para anexar ao processo.

Segundo a Caixa, o pregão para contratação da empresa que fará a reforma será no próximo dia 26 e o início da obra está previsto para março. Segundo informações fornecidas ao sindicato pela gerência da unidade, o acesso também será modificado, eliminando os degraus que é necessário subir para chegar à porta do elevador.

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Niterói: Sindicato paralisa por 48 horas seis agências do Itaú

Nos dias 18 e 19 de fevereiro, quinta e sexta-feira, o Sindicato dos Bancários de Niterói e região fechou seis do Itaú unidades por 48 horas em protesto contra medidas anti-trabalhistas praticadas pela direção do banco na região. Nenhuma agência teve atendimento ao público nos dois dias.

O banco, através de um normativo interno, vem exigindo dos bancários com atestado médico superior a 05 dias que sejam examinados pelo médico da Firjan, descumprindo a Cláusula 46ª da Convenção Coletiva de Trabalho e o § 3º do art. 60 da Lei 8.213/91. A medida não está sendo empregada para todos ferindo o princípio da isonomia. O bancário que não cumpre a determinação é alvo de cartas de comunicação de afastamento por abandono.

Além dessa imposição, o banco também não reconhece a estabilidade do emprego para funcionários que consigam o Benefício 91 (Auxílio-doença por acidente do trabalho) (Lei no 8.213/91), durante o cumprimento de aviso prévio mantendo a demissão.

Entre outros problemas, destaca-se a falta de condições de trabalho que são reflexos diretos na saúde do bancário como: ar condicionado quebrado ou sujo, mobiliário que compromete a ergonomia, assédios, metas abusivas e banco de horas.

Baixada

O Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense fez uma caravana por quatro agências do Itaú no centro de Caxias na manhã desta quinta-feira, 18. Uma das unidades será fechada na próxima segunda-feira e o banco comunicou informalmente que os empregos bancários serão transferidos para outras agências na região. Mas não foi oferecida nenhuma garantia formal de que os empregos dos trabalhadores serão mantidos.

Fonte: Seeb-Niterói e Fetraf-RJ/ES

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SUL FLUMINENSE: Nova diretoria toma posse

Integrantes da nova diretoria administrativa do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense, eleita em agosto do ano passado para o mandato 2016/2020, tomaram posse em janeiro. A solenidade, realizada na sede campestre da entidade sindical, em Barra Mansa, contou as presenças do diretor da Contraf-CUT Miguel Pereira, dos diretores do Sindicato dos Bancários de Petrópolis Iomar Torres e Aloísio Valentim, do presidente da CUT-RJ, Marcelo Rodrigues, do presidente da OAB – VR, Alex Martins, do diretor de Políticas Sociais do Sindicato da Construção Civil do Sul Fluminense, Jamiro Antonio Alves, além de bancários de toda a região.

Durante o evento, Miguel Pereira, comentou sobre a aprovação de 99% da diretoria. “O trabalho realizado é um grande referencial para a categoria. Tenho muito orgulho de ter feito parte da direção deste sindicato e hoje, integrar a direção da Contraf, como representante do Sul Fluminense. Acredito que esta aprovação seja resultado de todas as ações que construímos lado a lado com os bancários, através de uma política que interfere diretamente nas condições de trabalho da classe, porém, ainda há muito a fazer para que o nosso ideal da construção de uma sociedade mais justa e igualitária seja alcançado”, ressaltou Miguel, lembrando que a Contraf-CUT congrega 110 sindicatos do ramo financeiro.

Iomar Torres disse do desafio dos diretores na atual conjuntura do país. “Nossa luta vai além da classe bancária. Abrange a vida da população no que se refere à melhoria das condições de transporte público, saúde e educação”.

Alex Martins mencionou as demissões que estão ocorrendo na CSN (Companhia Siderúrgica Nacional). “As demissões impactam negativamente a vida de trabalhadores do Sul Fluminense e suas famílias, além de outros segmentos, como o comércio e a educação. Não podemos nos omitir num momento como este. Diante da situação construímos um fórum coletivo para debater a questão todas as segundas-feiras, às 18 horas, na Cúria Diocesana, em Volta Redonda. Quero convidar o Sindicato dos Bancários, que é parceiro das causas da sociedade, para se juntar a nossa discussão”.

Jamiro Antônio avaliou a complexidade do momento socioeconômico do Brasil. Já Marcelo Rodrigues aproveitou o momento para anunciar a instalação da sub-sede da CUT no Sul Fluminense. “Estamos cuidando dos detalhes finais e anda este mês a sub-sede estará funcionando em Volta Redonda, nas dependências do Sindicato da Construção Civil”, informou.

Diretoria

Péricles Lameira, o Cabral, reeleito diretor presidente pela segunda vez consecutiva, em seu pronunciamento destacou a aproximação dos jovens ao Sindicato. “Acredito que a instituição é maior que as pessoas e assim tenho muito orgulho de ter apresentado um trabalho junto com os demais diretores que incluem os bancários jovens, que estão ingressando no mercado de trabalho, na luta sindical. Entendo que através da renovação podemos fazer um trabalho cada vez melhor. Também tenho muito orgulho de ter o Miguel Pereira na direção da Contraf-CUT; é um exemplo se retidão, moralidade e princípio, além claro, de todos que compõem a direção. Juntos, somos um instrumento de transformação da sociedade”, disse.

A diretoria executiva do sindicato passa a ter a seguinte composição: Péricles Lameira, o Cabral – Coordenador Presidente; Júlio Cunha – Coordenador Administrativo; Gilberto de Souza – Secretário Geral; Sebastião Pinto de Oliveira – coordenador Financeiro; Cláudio José Barbosa e João Batista – coordenação de Promoção Social; Cleiton Novaes – coordenador Jurídico e Jones Rachid – coordenador de Comunicação Social.

Após a posse, houve coquetel de confraternização e música ao vivo.

 

 

Fonte: Seeb-Sul Fluminense

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Campos: Sindicato paralisa Itaú por ar-condicionado quebrado

Nesta terça-feira, 05, o SBTRAF Campos paralisou a agência do Itaú nº 8288 – Sete de Setembro por tempo indeterminado. O motivo da atividade é o sistema de ar-condicionado, que não funciona há mais de dez dias.

Após diversas denúncias, comprovadas pelos sindicalistas em visita ao local, foi constatado que a agência não tem condições de atendimento e trabalho. Os dirigentes verificaram que, para que tenham um mínimo de conforto térmico para trabalhar, os bancários da unidade se vêem obrigados a comprar ventiladores. Com as altas temperaturas do verão, o calor na unidade é insuportável, representando ameaça à saúde tanto dos empregados, quanto dos clientes e usuários, que sofrem com a temperatura altíssima e sufocante.

A situação não é nova e a causa é o sistema de refrigeração obsoleto, reiteradamente negligenciado pelo banco, que só promove reparos no equipamento quando é pressionado por paralisações. Por vários anos o banco contorna a situação fazendo consertos paliativos e insiste em manter o equipamento inadequado e obsoleto, ao invés de substituí-lo por outro mais moderno e adequado às necessidades da unidade.

Mais uma vez o Itaú demonstra descaso com seus funcionários e com a população, negligenciando as condições de atendimento e trabalho adequadas em suas instalações. Enquanto deixa bancários, clientes e usuários abafados, o banco contabiliza lucros cada vez mais altos, que o colocam na dianteira da lucratividade do sistema financeiro brasileiro.

Participaram da atividade dirigentes do sindicato e também da Fetraf-RJ/ES e da Contraf-CUT.

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ES: Banestes usa truculência policial para tentar impedir ação sindical em Colatina

O Sindibancários/ES paralisou na manhã desta sexta-feira, 27, a agência e superitendência do Banestes de São Mateus e as unidades de Linhares e Colatina. O protesto é contra a retaliação sofrida pelos trabalhadores e trabalhadoras dessas agências após a greve dos bancários na Campanha Salarial 2015.  O Banestes desmarcou as férias dos funcionários que estavam previstas para dezembro e janeiro e cancelou os abonos assiduidade garantidos no Acordo Coletivo, numa clara ação antissindical. Em Colatina, a direção do banco acionou a Polícia Militar para tentar impedir a Ação Sindical.

Por volta das 9h, policiais chegaram à unidade ameaçando retirar as faixas da paralisação e prender os dirigentes sindicais caso a entrada não fosse liberada num prazo de 40 minutos.

“O Banestes desrespeita o Acordo Coletivo dos trabalhadores e ainda usa a Polícia Militar para reprimir seus empregados. Não vamos aceitar essa postura e vamos cobrar do banco respostas sobre as práticas antissindicais contra os trabalhadores”, diz Jonas Freire, diretor do Sindicato e bancário do Banestes, que está no local.

Jonas denuncia ainda que a agência Colatina possui diversos problemas, como a carência de funcionários, tem gerado um quadro de adoecimento dos empregados devido à sobrecarga de trabalho. “Diante de tudo isso, o banco ainda quer solucionar o problema da unidade colocando a polícia em cima dos trabalhadores”, salienta.

Até o momento estão na unidade apenas a gerente substituta e o gerente administrativo. A polícia permanece do lado de fora. A agência deve ficar fechada até o fim do dia.

Protesto em toda a região norte

Além da agência Colatina também estão paralisadas as unidades de Linhares e São Mateus, incluindo a Superintendência Regional Norte.

O Sindicato dos Bancários/ES cobra que o banco revogue as medidas adotadas em retaliação à greve, entre elas, o cancelamento das férias dos funcionários que estavam previstas para dezembro e janeiro e o cancelamento dos abonos assiduidade garantidos no Acordo Coletivo. Os trabalhadores criticam também o remanejamento repentino de diversos bancários e bancárias de setor, feito sem diálogo com os empregados.

“Fica evidente que a ação do banco é retaliatória. Querem desmobilizar a categoria punindo e colocando medo nos empregados que exerceram o seu direito de greve”, denuncia Goretti Barone, diretora do Sindicato que atua na subsede Colatina.

“Por causa dessa atitude da administração do Banestes os trabalhadores e trabalhadoras resolveram paralisar nesta sexta-feira as agências Linhares e Colatina, além da Superintendência Regional Norte, em São Mateus. Tentamos conversar com a administração, fizemos reuniões para pedir a revogação das medidas autoritárias tomadas pelo banco. Falaram que iam reverter, mas não reverteram. A solução foi fazer a ação sindical como forma de mostrar nossa insatisfação”, afirma o diretor do Sindibancários, Jonas Freire.

Para o coordenador geral do Sindibancários, a postura do Banestes é inaceitável. “É inadmissível que o banco adote uma prática antissindical. A greve é uma garantia constitucional, um instrumento legal de luta de todas as categorias profissionais por melhores condições de trabalho”, destaca o sindicalista.

 

 

Fonte: Seeb-ES
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Macaé: Itaú demite dirigente e sindicato paralisa agência

O Itaú demitiu por justa causa o bancário Gustavo Buzon, dirigente da Fetraf-RJ/ES lotado em Macaé. O Sindicato dos Bancários local realizou uma paralisação na agência na última segunda-feira, 16, em protesto contra a ação antissindical.

A suposta justa causa alegada pelo banco não existe. Segundo o Itaú, o sindicalista, que não é liberado, teria fraudado o ponto eletrônico. Mas a verdade é que o bancário modificou a anotação de falta em dias em que se ausentou do serviço para cumprir compromissos sindicais, conforme comprovou através de documentos junto à inspetoria do banco. Buzon aproveitou a visita ao departamento para informar sobre descontos sofridos no salário em função de falha da gestora da agência em comunicar outras ausências para atividades do sindicato.

A vida de Gustavo Buzon no Itaú não tem sido fácil. Mesmo sendo um funcionário competente e eficiente, chegando a receber premiações do Programa Agir, ele foi transferido de agência quatro vezes no período de um ano. “Todos esses acontecimentos levam a crer que houve perseguição ao diretor sindical”, avalia o presidente do Seeb-Macaé, Wagner Figueiredo. As demissões de dirigentes sindicais são proibidas por lei – para evitar sejam intimidados e impedidos de atuar – e a dispensa só pode ser feita por justa causa.

As diretorias do sindicato de Macaé e da Fetraf-RJ/ES já estão se movimentando para buscar o cancelamento da demissão de Gustavo. O presidente da Federação, Nilton Damião Esperança, já expôs a situação ao presidente da Contraf-CUT, Roberto von der Osten, e ao coordenador da COE Itaú, Jair Alves. “A COE deve se reunir com o banco em São Paulo para discutir este assunto. E também já solicitamos a realização de uma reunião no Rio de Janeiro, com participação dos representantes do Itaú, para discutir as demissões de dirigentes, que têm acontecido nas bases de vários de nossos sindicatos”, informa Nilton.